Eu estava deitada na grama áspera, peito aberto para as estrelas, a boca rachada aberta num meio sorriso. Senti alguém ao meu lado, em pé, a roupa branca reluzindo azul. Abri um pouco os olhos, vem aqui.
Me envolvi nesse abraço meio pálido, meio abstrato, não controlava meus braços nem meus dedos.
Sentei, patética, olhos vermelhos inchados manchados, e sozinha. Chorei. Nem meus fantasmas me querem mais.
domingo, 5 de julho de 2009
XXVI
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